
Você olha para a carinha dele, ora risonha, ora com aparente dúvida e tenta decifrar o que significa cada uma de suas caretinhas, certo?
É normal! Leva um tempo até que você entenda os desejos e as necessidades de seu bebê, o que vai acontecer naturalmente.
Tudo o que seu filho precisa agora é de cuidado, carinho e atenção!
Aqui vão algumas dicas para você cuidar cada vez melhor de seu bebê.
Limpando o umbigo
Você vai usar uma haste com ponta de algodão embebido em álcool a 70%.Puxe o coto umbilical para cima (não dói, acredite) e limpe todos os cantinhos, desde a base.
Se a haste ficar suja, repita até que saia limpa. Repita o processo de duas a três vezes ao dia, para que a região esteja sempre seca e higienizada.
Em geral, o umbigo cai naturalmente entre o 7º e o 14º dia de vida, com variações. Continue a limpeza por mais dois dias para ajudar a cicatrização.
E as moleiras?
São duas: uma no alto da cabeça, e outra um pouco acima da nuca, menos perceptível.Não há mamãe que não se preocupe com elas.
As moleiras existem para deixar um espaço para o crescimento do cérebro dos bebês e, com o desenvolvimento da criança, elas se fecham, por isso, são tão importantes.
Não se deve apalpar a moleira, mas não há nenhum problema em lavar a cabeça do bebê com cuidado.
A moleira menor se fecha por volta do terceiro mês; a outra, por volta de um ano.
Ah, as cólicas...
Essas são outro pesadelo dos pais!Vale lembrar que elas só começam depois de duas semanas de vida e, geralmente, provocam choro em horários determinados (no final da tarde, na maioria das vezes).
Os médicos acreditam que a cólica esteja relacionada ao reflexo gastrocólico (o intestino é estimulado a se contrair cada vez que o bebê mama) ou à imaturidade intestinal.
As cólicas desaparecem até o final do terceiro mês.
O pediatra pode recomendar medicamentos, se necessário.
Outras atitudes ajudam, como: massagear a barriguinha de seu bebê no sentido horário, colocar seu bebezinho de bruços, dobrar as perninhas dele sobre a barriga e deixá-lo ouvir músicas suaves.
É normal que o recém-nascido tenha soluços e é importante, mamãe e papai, colocá-lo em pé para arrotar depois de cada mamada! Cuidado para não confundir o choro da cólica com um choro comum, de quem apenas está querendo se comunicar.
Se o bebê para de chorar quando você o pega no colo, provavelmente não é a cólica que o está fazendo sofrer.
Refluxo
Outra palavra que costuma aparecer no vocabulário das mamães e dos papais de recém-nascidos é o refluxo gastroesofágico. É preciso muita atenção: refluxo é o retorno anormal do alimento do estômago para o esôfago. Se isso acontecer, é preciso ser tratado com remédios, que só podem ser diagnosticados por um pediatra.
Muitos confundem refluxo com a regurgitação.
O primeiro ocorre por imaturidade do esfíncter esofagiano, uma válvula entre o estômago e o esôfago, que deveria se fechar depois da passagem do leite.
Como essa válvula ainda é imatura, ela não faz o seu trabalho corretamente.
Nada que não se resolva com o tempo.
Logo, logo, o esfíncter vai trabalhar direitinho e o leite não "voltará" mais


Essa é a fase mais gostosa do seu bebê, em que a interação é a palavra-chave, aproveite! 
Não estranhe se um dia chegar ao quarto de seu bebê e ele estiver de pé no berço. Essa é uma das maiores conquistas desse período.
Os recém-nascidos dormem de dezesseis a vinte horas por dia. Acordam para mamar geralmente a cada duas horas e meia a quatro horas.
Embora durma e mame na maior parte do tempo nesses primeiros meses, o bebê é capaz de fazer muito mais, acredite!
